terça-feira, 21 de agosto de 2018

Permita-se!

TextoCarla Mota

Já pensaram quantas vezes adiam alguma tarefa porque parece que algo nos trava a vontade e a motivação para a fazer? 

Porque será que isto acontece? Porque será que ia ao ginásio domingo de manhã e não fui, tinha de tratar de determinado assunto e criei mil subterfúgios para adiar esse assunto durante a semana inteira, e depois de repente surge a exclamação: «Ah, pois mas parece não faço nada útil e que a minha vida não avança!».
  
Pois, se calhar, se diminuirmos o nível de procrastinação na nossa vida, a sensação de dever cumprido aumenta e aquilo que eram obstáculos serão meras tarefas que temos para desempenhar. 

Com isto não digo que não existam assuntos deveras complexos que exigem que tomemos algum tempo a assimilar o que temos para fazer. O que há de mais importante a reter aqui é que por mais complexas que sejam as tarefas ou assuntos a tratar chega a um ponto que temos de “encurralar” a nossa mente e fazer o ultimato: “Chega de procrastinação, é hora de acção!” Penso que é nessa altura em que entramos num estado mental em que efectivamente nos dispomos a avançar.

Isto pode-se transpor para todas as áreas da nossa vida, quando temos algo para fazer mas estamos constantemente a evitar, a inventar desculpas a adiar..  

Tal como Mel Robbins explica no livro A Regra dos 5 Segundos, faça como se fosse o lançamento de um foguetão, ou seja, tenha a «conversa» com a sua mente e em 5, 4, 3, 2, 1 passe a acção!  

Nota: Este texto foi escrito de acordo com o antigo acordo ortográfico 

A parábola do rei, o servo e os dez cães



Texto adaptado: Domingos Valente

Um rei tinha dez cães selvagens e usava-os para torturar e devorar os servos que cometiam erros no seu reino. Certo dia, um dos servos contrariou a vontade do rei e ele ordenou que ele fosse atirado aos cães.
O servo, ao ouvir a sentença do rei, rogou-lhe dizendo: Meu senhor, eu o servi fielmente por dez anos e o senhor faz-me isto? Por favor, dê-me dez dias antes de me lançar aos cães! 

O rei concordou então...
Nesses dez dias, o servo disse ao guarda que cuida dos cães que ele gostaria de tratar dos cães por dez dias.
O guarda ficou perplexo, mas concordou, e o servo começou a cuidar dos cães, alimentando-os, dando-lhes banho e fornecendo todo o tipo de conforto.
Passados os dez dias, o rei ordenou que o servo fosse atirado aos cães, para receber a sua punição.

Ao ser atirado aos cães, todos ficaram espantados ao ver que os cães ferozes não atacaram o servo, pelo contrário, lambiam-lhe os pés.
O rei, perplexo com o que estava a ver, disse: O que aconteceu com os meus cães?
O servo então respondeu:
- Eu servi os cães por apenas dez dias e eles não esqueceram o meu serviço. No entanto, eu servi-o por um total de dez anos e o senhor esqueceu-se de tudo no primeiro erro que cometi.
O rei, ao ouvir o servo, percebeu o seu erro e ordenou que ele fosse posto em liberdade.

Autor desconhecido, adaptado por Domingos Valente

sexta-feira, 3 de agosto de 2018

Vou contar-vos uma história


Texto: Tânia Vital

Era uma vez uma menina que gostava de falar. Muito. Pelos cotovelos. E de fazer novos amigos. Por isso, quando cresceu, decidiu estudar Relações Públicas e Publicidade, para conhecer pessoas novas. Quem sabe, o grande Feiticeiro!
Mas ela queria mais. 

Tinha aprendido tantas coisas maravilhosas que queria partilhar com o mundo. Mas ela precisava de 3 coisas
Coragem, para ir batendo às portas, para transmitir o conhecimento que adquiriu; 
Cérebro, para conseguir executar brilhantemente, tudo o que o Feiticeiro pediria, e 
Coração, para sentir empatia pelas pessoas que passariam pela sua vida.

E lá foi! Partiu em direção à Edit, para tirar o curso de Digital Marketing Foundations, para conhecer o Feiticeiro do mundo digital. Pelo caminho, conheceu o Facebook, o Instagram e o Pinterest e travou grande amizade, tratando- os por tu. Explorou o Twitter e conheceu pessoas interessantes no Linkedin.

Mas apesar de as redes sociais serem mágicas, ela buscava o Feiticeiro e ter a fatia de bolo de chocolate que é o Marketing Digital. Junto com a Coragem, o Cérebro e o Coração, seguiu a sua jornada pela Estrada de Tijolo Amarela. A sua busca está a terminar. Ele está por detrás da cortina. Ela diz que é como a água, é Vital para o desenvolvimento de qualquer empresa e até mesmo ser vivo. 

É única, transparente, preciosa, essencial. Pode demorar, mas até uma rocha dura ela consegue quebrar. Tal como o ditado «Água mole em pedra dura...».
E agora? Será que o Grande Feiticeiro vai dizer que sim? Estou a torcer por isso!
Obrigada

Zona de Conforto!


Texto: Cláudia Martins

Ousar é sair da zona de conforto, mas de forma intencional. Ousamos quando deixamos um pouco de lado o nosso juiz interno, aquela «voz na cabeça» que  nos critica, sempre a dizer que vai dar errado, que não somos capazes...

Ganhamos «asas» quando silenciamos essa voz e confiamos no nosso potencial, abandonamos também a preocupação sobre se é «certo ou errado». A intenção maior não é com o resultado em si, mas sim com a experiência e a aprendizagem que pode enriquecer.

Sejamos nós na sua verdadeira Plenitude!

Ansiedade...


Texto: Ana Guerra

A ansiedade é um estado que traz sofrimento. 
Descobrir a sua origem ajuda a identificar o melhor caminho para gerir todas as outras emoções e sintomas que nascem.
Os sintomas diferem de ser para ser e variam consoante as referências individuais.

Como é que as expectativas funcionam com origem na ansiedade?
O que é uma expectativa?

É possível viver sem expectativas?
Qual o denominador comum entre uma expectativa e um sonho?
A relação ansiedade versus expectativa?

A desilusão nasce devido a uma expectativa lograda ou tem outras origens?
A desilusão é essencial ao ser humano (como a expectativa)?
É uma aprendizagem?
Ou o ser humano tem outras formas de aprender?
Existe relação entre desilusão – expectativa - culpa?
A culpa é uma emoção, sentimento ou valor moral?