Em vez da escrita, Nat Trindade optou pelo vídeo. O propósito deste espaço é a expressão dos membros do clube.
Barreiro Agora Speakers
Este blogue é o reflexo da actividade do clube e todos os textos são da autoria dos membros que desenvolvem a sua capacidade de comunicação em todas as sessões às quintas-feiras
segunda-feira, 24 de junho de 2019
1.ª Convenção Mundial Agora Speakers International - Lisboa 21-22 Setembro
Em 49 a.C., Júlio César atravessou o Rubicão para se confrontar com Pompeu, tornando a dúvida em certeza. Transformando a hesitação em decisão. O desafio estava lançado. Segundo Suetônio, César teria então proferido a famosa frase Alea jacta est:
«Os dados estão lançados»
Em 2018 inspirámo-nos na famosa frase e demos o passo, vencendo a dúvida e a hesitação. Anunciámos o evento e assim dissemos:
«Os dados estão lançados»
Lisboa vai ser a primeira cidade a receber a Convenção mundial do Agora Speakers International. Oportunidade para conhecer muitos de quantos como nós, portugueses, desenvolvem as suas competências de comunicação e de liderança.
Partilhar culturas, experiências, ideias, conceitos, crenças e convicções.
Da meditação à Liberdade Financeira
Em 2017, Já com vinte anos de
polícia, entendi que era o momento de iniciar uma mudança na minha vida.
Tal decisão, esteve ligada
sobretudo a um processo longo de doença dos meus pais, que me fez refletir
profundamente, sobre o sentido da vida e daquilo que queria fazer. Ao mesmo
tempo ocorria no meu trabalho, um concurso de ascensão na carreira, que via
como progressão natural, tendo em vista a minha decisão de abraçar essa
carreira.
Sempre tinha tido ao longo da
minha carreira policial uma postura de dedicação extrema, de entrega aos
propósitos da Justiça e de independência em face dos jogos de poder e
conveniência que gravitam em torno de muitas profissões.
Quis o destino que a prova oral do
concurso ocorresse uma semana depois do acidente de viação que originou toda a
situação de saúde dos meus pais e que a prova escrita, ocorresse uma semana
depois na morte da minha mãe.
Apesar de ter passado em ambas as
provas, os resultados não permitiram ascender na carreira.
Acreditando em mim, nas minhas
capacidades e na postura com que desempenhei as minhas funções, encarei isto
como uma oportunidade para passar a minha vida para outro nível.
Hoje, passados mais de dois anos,
tenho a consciência que foi a melhor decisão que tomei na minha vida, vou
contar-vos como tudo se passou:
O primeiro passo foi uma procura
obsessiva e sistemática por conhecimento. Nesta área tenho que destacar a
meditação. Estava a ler o “Tools of Titans” de Tim Ferriss, que é um livro onde
o autor entrevista personalidades de sucesso em várias áreas, quando li que 80%
dessas pessoas fazem meditação ou algo semelhante. Mais à frente Tim Ferriss
refere que se escolhesse apenas um exercício para a mente, esse exercício seriam
dez minutos de meditação por dia.
No livro, são ainda sugeridas
duas aplicações para telemóvel, a Headspace e a Calm, que têm programas
gratuitos de dez dias, tendo feito ambos.
Muitas pessoas referem que após
dez dias seguidos de meditação, sentem mudanças significativas na sua vida.
Assim foi comigo e nunca mais parei até ao dia de hoje. Experimentei várias
formas e escolas e hoje, todos os dias, a meditação é o começo da minha rotina
diária.
O que a meditação me trouxe, para
além da calma, da presença, da compaixão, da gratidão, entre muitas outras
coisas, foi a visão e a clareza de estar alinhado com o meu interior.
Percebi que a liberdade era importante
para mim, por isso trabalhei para a conseguir. A liberdade para ter uma vida
extraordinária, livre dos constrangimentos impostos por outras pessoas. Cheguei
à conclusão que teria que ter fontes de rendimento alternativas para ganhar
essa liberdade, pelo menos a pouco e pouco.
De seguida, desenvolvi-me
pessoalmente em várias áreas, aprendi investimento, economia, finanças. Não
parava, enquanto não dominasse as matérias.
Comecei pelo investimento
imobiliário, pois era aquilo que conhecia, em virtude de ser proprietário de
uma casa que tinha arrendado há oito anos quando me tinha divorciado, que no
fundo se pagava a ela própria. Decidi abrir um alojamento local na casa onde
vivia, que era dos meus pais.
O dinheiro começou a entrar e
investi mais no imobiliário e comecei a diversificar investindo na área
financeira e na bolsa. As coisas continuaram a correr bem, até que investi tudo
o que tinha.
Foi aí que o rendimento começou a
aumentar de forma considerável e o que ganhava fora do meu trabalho já
rivalizava com o meu salário. Continuei a aprender a mergulhar nestas matérias.
Poupar para investir, para ir ganhando a minha liberdade financeira.
Em Novembro de 2018, abri um café
com o meu filho mais velho, assente numa lógica de continuar a diversificação
dos investimentos.
Comecei a perceber que a
liberdade poderia estar mais próxima do que alguma vez tinha sonhado. Reavaliei
os investimentos imobiliários e vi que podia ganhar ainda mais se os fizesse
noutras localizações. O mercado imobiliário estava em alta, era altura de
vender, vendi bem e em Janeiro de 2019, vendi a única casa que tinha empréstimo
bancário, a tal que tinha o arrendamento que referi.
Nesse dia, liquidei todos os
empréstimos bancários que tinha e após análise cuidada percebi que os meus
investimentos, para além de darem rendimentos sustentáveis para a minha vida,
tinham fatores que permitiriam o seu crescimento no futuro.
Dois meses mais tarde,
exonerei-me das minhas funções como Polícia.
A liberdade que tenho é algo
extraordinário, continuo a crescer, a apreender, a meditar, a investir. Tenho
tempo para ajudar os outros, especialmente aqueles mais próximos de mim.
Não deixem que vos imponham
limites aos vossos sonhos, não há limites para onde podemos chegar.
O Homem que vendia provérbios
Texto: Domingos ValenteÀ beira de Verdes Bosques chegou naquela manhã um vendedor que ninguém conhecia. Era baixo, delgado como um vime e tinha os cabelos todos brancos. Gritava:
– Provérbios! Provérbios! Provérbios novos e usados! Uma moeda cada um! Quem quer provérbios?
– E que fazemos nós com os provérbios? – Perguntou-lhe muito admirada uma encorpada padeira.
– Eh! Eh! – Respondeu o homem. – Claro que com os provérbios não poderá fazer um avental ou fritar dois ovos, mas em compensação enriquecerá o seu pensamento.
Não sabe que em cada provérbio está um quilo de bom senso?
– Essa é boa! – Observou um homem que tinha um nariz vermelho de ébrio. – Então, por uma moeda, que provérbio poderá vender-me, velhote?
O vendedor olhou-o longamente e depois vendeu-lhe este provérbio:
– «Quem do vinho é amigo, de si próprio é inimigo.»
– Dê-me também um – pediu uma mulher, estendendo a sua moeda.
– Ora aqui tem um que lhe assenta que nem "uma luva"...
– Respondeu o velho. – «Em boca fechada não entram moscas…»
A mulher, que era conhecida em toda a região por ser muito faladora, foi-se embora, envergonhada.
E foi assim que naquele dia, em Verdes Bosques, grandes e pequenos compraram, apenas por uma moeda, um quilo de bom senso
terça-feira, 21 de agosto de 2018
Permita-se!
Texto: Carla Mota
Já pensaram quantas vezes adiam alguma tarefa porque parece que algo nos trava a vontade e a motivação para a fazer?
Porque será que isto acontece? Porque será que ia ao ginásio domingo de manhã e não fui, tinha de tratar de determinado assunto e criei mil subterfúgios para adiar esse assunto durante a semana inteira, e depois de repente surge a exclamação: «Ah, pois mas parece não faço nada útil e que a minha vida não avança!».
Pois, se calhar, se diminuirmos o nível de procrastinação na nossa vida, a sensação de dever cumprido aumenta e aquilo que eram obstáculos serão meras tarefas que temos para desempenhar.
Com isto não digo que não existam assuntos deveras complexos que exigem que tomemos algum tempo a assimilar o que temos para fazer. O que há de mais importante a reter aqui é que por mais complexas que sejam as tarefas ou assuntos a tratar chega a um ponto que temos de “encurralar” a nossa mente e fazer o ultimato: “Chega de procrastinação, é hora de acção!” Penso que é nessa altura em que entramos num estado mental em que efectivamente nos dispomos a avançar.
Isto pode-se transpor para todas as áreas da nossa vida, quando temos algo para fazer mas estamos constantemente a evitar, a inventar desculpas a adiar..
Tal como Mel Robbins explica no livro A Regra dos 5 Segundos, faça como se fosse o lançamento de um foguetão, ou seja, tenha a «conversa» com a sua mente e em 5, 4, 3, 2, 1 passe a acção!
Nota: Este texto foi escrito de acordo com o antigo acordo ortográfico
Já pensaram quantas vezes adiam alguma tarefa porque parece que algo nos trava a vontade e a motivação para a fazer?
Porque será que isto acontece? Porque será que ia ao ginásio domingo de manhã e não fui, tinha de tratar de determinado assunto e criei mil subterfúgios para adiar esse assunto durante a semana inteira, e depois de repente surge a exclamação: «Ah, pois mas parece não faço nada útil e que a minha vida não avança!».
Pois, se calhar, se diminuirmos o nível de procrastinação na nossa vida, a sensação de dever cumprido aumenta e aquilo que eram obstáculos serão meras tarefas que temos para desempenhar.
Com isto não digo que não existam assuntos deveras complexos que exigem que tomemos algum tempo a assimilar o que temos para fazer. O que há de mais importante a reter aqui é que por mais complexas que sejam as tarefas ou assuntos a tratar chega a um ponto que temos de “encurralar” a nossa mente e fazer o ultimato: “Chega de procrastinação, é hora de acção!” Penso que é nessa altura em que entramos num estado mental em que efectivamente nos dispomos a avançar.
Isto pode-se transpor para todas as áreas da nossa vida, quando temos algo para fazer mas estamos constantemente a evitar, a inventar desculpas a adiar..
Tal como Mel Robbins explica no livro A Regra dos 5 Segundos, faça como se fosse o lançamento de um foguetão, ou seja, tenha a «conversa» com a sua mente e em 5, 4, 3, 2, 1 passe a acção!
Nota: Este texto foi escrito de acordo com o antigo acordo ortográfico
A parábola do rei, o servo e os dez cães
Texto adaptado: Domingos Valente
Um rei tinha dez cães selvagens e usava-os para torturar e devorar os servos que cometiam erros no seu reino. Certo dia, um dos servos contrariou a vontade do rei e ele ordenou que ele fosse atirado aos cães.
O servo, ao ouvir a sentença do rei, rogou-lhe dizendo: Meu senhor, eu o servi fielmente por dez anos e o senhor faz-me isto? Por favor, dê-me dez dias antes de me lançar aos cães!
O rei concordou então...Nesses dez dias, o servo disse ao guarda que cuida dos cães que ele gostaria de tratar dos cães por dez dias.
O guarda ficou perplexo, mas concordou, e o servo começou a cuidar dos cães, alimentando-os, dando-lhes banho e fornecendo todo o tipo de conforto.
Passados os dez dias, o rei ordenou que o servo fosse atirado aos cães, para receber a sua punição.
Ao ser atirado aos cães, todos ficaram espantados ao ver que os cães ferozes não atacaram o servo, pelo contrário, lambiam-lhe os pés.
O rei, perplexo com o que estava a ver, disse: O que aconteceu com os meus cães?
O servo então respondeu:
- Eu servi os cães por apenas dez dias e eles não esqueceram o meu serviço. No entanto, eu servi-o por um total de dez anos e o senhor esqueceu-se de tudo no primeiro erro que cometi.
O rei, ao ouvir o servo, percebeu o seu erro e ordenou que ele fosse posto em liberdade.
Autor desconhecido, adaptado por Domingos Valente
sexta-feira, 3 de agosto de 2018
Vou contar-vos uma história
Texto: Tânia Vital
Era uma vez uma menina que gostava de falar. Muito. Pelos cotovelos. E de fazer novos amigos. Por isso, quando cresceu, decidiu estudar Relações Públicas e Publicidade, para conhecer pessoas novas. Quem sabe, o grande Feiticeiro!
Mas ela queria mais.
Tinha aprendido tantas coisas maravilhosas que queria partilhar com o mundo. Mas ela precisava de 3 coisas:
Coragem, para ir batendo às portas, para transmitir o conhecimento que adquiriu;
Cérebro, para conseguir executar brilhantemente, tudo o que o Feiticeiro pediria, e
Coração, para sentir empatia pelas pessoas que passariam pela sua vida.
E lá foi! Partiu em direção à Edit, para tirar o curso de Digital Marketing Foundations, para conhecer o Feiticeiro do mundo digital. Pelo caminho, conheceu o Facebook, o Instagram e o Pinterest e travou grande amizade, tratando- os por tu. Explorou o Twitter e conheceu pessoas interessantes no Linkedin.
Mas apesar de as redes sociais serem mágicas, ela buscava o Feiticeiro e ter a fatia de bolo de chocolate que é o Marketing Digital. Junto com a Coragem, o Cérebro e o Coração, seguiu a sua jornada pela Estrada de Tijolo Amarela. A sua busca está a terminar. Ele está por detrás da cortina. Ela diz que é como a água, é Vital para o desenvolvimento de qualquer empresa e até mesmo ser vivo.
É única, transparente, preciosa, essencial. Pode demorar, mas até uma rocha dura ela consegue quebrar. Tal como o ditado «Água mole em pedra dura...».
E agora? Será que o Grande Feiticeiro vai dizer que sim? Estou a torcer por isso!
Obrigada
Subscrever:
Comentários (Atom)




